uma das coisas que eu mais gostava quando era criança era poder andar de bicicleta com o meu pai.
achava um máximo pedalar pela manhã inteirinha e depois chegar em casa tomar banho, comer e dormir.
eu achava um máximo mesmo não poder fazer nada.
a gente nunca sabe quando as coisas irão acontecer a gente nunca sabe também se elas serão boas.
a gente espera de Deus sempre o melhor e não que por algum momento ele se esqueça de você.
é chato acordar com os olhos inchados de tanto chorar.
rum os olhos...o chato mesmo saber que um doença degenerativa afete os olhos do seu pai.
sabe o pai da gente, então!
você fica pensando se vai dar tempo de ele ver todas as suas realizações.
se ele vai ver você se casar, conseguir se formar na faculdade, ver o céu em um dia ensolarado ou poder ver seus netos com o nariz sujo ou melado de chocolate.
a gente fica pensando realmente no que a gente errou com Deus.
no meu caso devo ter errado demais!
a gente nem sabe no que pensar, não sei se é mais fácil chorar ou poder rezar.
nem sei se ainda sei rezar mais chorar eu não me esqueci.
talvez o meu pai nunca leia esse texto e nem se importe com a ideia de rezar.
mais eu queria que ele soubesse que não importa o que aconteça ele sempre será o meu PAI.
que Deus as vezes tira mais ele sempre acaba colocando de volta!

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