terça-feira, 10 de janeiro de 2012
ah! o amor.
o amor aquele algo traiçoeiro que faz parte de uma traça que corrompe seu QI com o passar do tempo.
o que aconteceu com você? que te deixou cega e sem pensamento nenhum e que cria aquele maldito e corrompido ciúmes exagerado.
eu não quero brigar.
eu nunca quis brigar com ninguém nessa minha vida mais o ciclo é mais forte.
maldito hormônios!
eu não quero começar tudo de novo preciso me benzer já disse que eu não quero começar tudo de novo.
não tenho paciência e não consigo perder a ruindade.
malditos hormônios de novo!
posso colocar a culpa nos hormônios para disfarçar algo que deixaram em você e você nunca esqueceu.
e que faz você pensar o tempo todo que um dia isso vai voltar.
odeio essas coisas pequenas que me fazem mal.
eu ainda não aprendi a desenhar e mesmo que com o tempo eu desenvolva essa prática tudo será abstrato.
quando é amarelo será amarelo por mais que na sua percepção seja laranja ou um tom azulado pra mim irá continuar sendo amarelo.
sabe, não tenho mais ânimo e nem quero ficar arriscando não quero ficar tentando pra que tchum aconteça.
eu quero o que eu tenho agora. . . não quero trocar.
chorar a noite inteira dói!
ir dormir chorando dói mais ainda porque quando você acorda você não tem olhos porque eles somem.
em quantas línguas eu posso pedir desculpas?
male má sei falar português God.
vamos lá força vou pegar o telefone.
ouço o telefone chamar mais sem a certeza que ele irá me atender.
-alô
-te amo!
é isso que eu quero dizer . . . só isso.
por mais que você atrase no domingo a noite, me troque por 3 coca-cola geladas ou tenha uma vida de rei.
chove e no dia de chuva pra mim deveria ser feriado.
hoje eu comi dois espetos de morango e pode me chamar de gulosa porque eu tava com vontade.
hoje eu também não fui caminhar porque choveu e ainda tá chovendo e no meu ver hoje eu sou de açúcar.
quero parar com tudo que me faz assim ser mais ou menos.
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