quarta-feira, 10 de novembro de 2010



na maioria das vezes,boa parte das vezes e no grande percentual das vezes.
eu acho que as pessoas não gostam de mim de eu de alguém,que elas me odeiam e querer a minha morte.
com o tempo...na verdade depois de um belo e longo tempo percebo que sou eu que não gosta das pessoas e não elas de mim,de eu ou de akguém.
não tenho a mínima vontade de conhece-las e talvez de odiá-las de verdade.
quanto o celular toca eu imagino o que você esta tentado me dizer na mensagem.
na verdade eu imagino sua cara e o jeito na qual você mexe os dedos tentando me colocar medo.
não minto que foi uma mistura de raiva,de ansiedade,raiva,raiva,ansiedade,vontade,vontade,vontade,raiva,medo,saudade,saudade,falta e ansiedade que me atacaram.
não minto que em dias de chuva quero correr e ficar nos seus braços.huuum...não é apenas nos dias de chuva.
quero dançar.eu ainda espero os passos porque precisa de um começo,da música e da vontade para começar.
eu odeio quando você me deixa curiosa,quando me deixa falando sozinha ou quando me dá um golpe de quase morte.resumindo: te odeio.
porém eu sinto uma falta,uma necessidade,uma vontade,uma saudade...uma raiva.
posso ser intensa,talvez volátil ou usar mini-saia.
posso ficar duas horas no banco?
posso esperar pelo pó milagroso de guaraná?
posso ter você agora?

Um comentário:

Paulo Augusto disse...

Orra vc q escreve tudo isso barbara... kkk vai se fu... qria escrever assim, me expressar bem =DDD
bjs